– “Missão Xirikwata” - ANGOLA – DA LIBERTAÇÃO À INDEPENDÊNCIA - 12
- Crónica 3766 – 23.09.2026
Pintura de Manuel Pombinho ( antigo aluno da E. I. Luanda)
As comunidades corporativas e intelectuais da Província de Angola,) em consonância com uma boa parte significativa de grande parte de comerciantes conceituados como Venâncio Guimarães, chegaram a propor a Venâncio Deslandes um golpe do tipo de Ian Smith da Rodésia
Angola tornar-se-ia o território independente ou com uma autonomia progressiva, mas, não houve a vontade necessária para tal. Perdeu-se uma grande oportunidade de mudar o rumo em Angola de uma forma controlada a favor de gente que se veio a revelar desclassificada, impreparada e ladra maioritariamente, com propósitos comunistas - diga-se: o MPLA da falácia de vitória ou morte; uma cambada de larápios…
Recorde-se que Ian Douglas Smith, foi um político, fazendeiro e militar que serviu como primeiro-ministro da colónia britânica da Rodésia do Sul entre 13 de abril de 1964 e 11 de novembro de 1965 e depois primeiro-ministro da Rodésia, depois da Declaração Unilateral de Independência, em 11 de novembro de 1965, até 1 de junho de 1979.
Pintura de Manuel Pombinho ( antigo aluno da E. I. Luanda)
Com algum esforço intelectual, remexendo panelas de caldeirada da estória, muito me convenço da inutilidade das bagatelas que nos preenchem o dia-a-dia, refugando-me atrás do balcão de minha modesta venda de vaidade. Metendo num pão que vai ao forno os trocadilhos e chouriço e, enquanto espero, vejo os estudos feitos por organizações internacionais que apontam uma estatística mundial como havendo 300 milhões de pessoas de todas as idades, com depressão, considerando ser este o mal do século…
Algum tempo atrás, desconhecia que podíamos fechar o tempo dentro de casa e, atazanado, comecei a beber dez gotas de cannabis para truncar as vicissitudes misturando o gosto estranho com kefir, um pouco de café pilão e um pouco de mel com um ou dois croissants para entulhar a malga.
E assim, lá pela tarde, na kúkia do sol, meto também num pão tipo da avô os trocadilhos com chouriço, por vezes morcela, a fim de sentir algum prazer de viver matabichando resiliências e, outros desmandos com tantas maleitas sociais a que também chamam de resiliência.
E, lá estão as duas máscaras que foram lavadas com sabão macaco, encharcando-se do sol tão necessário para queimar azedumes e bichezas, sem saber ao certo quanto tempo o capeta diabo pode ficar naquela superfície de pano definhado pelo hálito do hábito. Estamos no ano de dois mil e vinte e seis e, a sessenta e quatro anos do surgimento em Angola do Movimento chamado de FNLA. Nestas contingências relembrarei a seguir, o janeiro do distante ano de 1962.
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Nota: Vivências aleatórias no tempo, por T´Chingange - Na libertação e independência de uma terra que pensava também ser minha. Afinal, não o era e, juro que não o sabia…
(Continua...)
O Soba T´Chingange